São Joaquim e Sant’Ana por Pe. Brendan

No dia 26 deste mês de julho a Igreja Católica celebra a Festa de São Joaquim e Sant’Ana que a tradição identifica como pais de Nossa Senhora. Sobre os pais da Virgem Maria não temos na Bíblia dado algum. Contudo, existe um livro venerável do século II do Cristianismo: o Protoevangelho de São Tiago, apócrifo, que nos oferece os dados de uma tradição. Nele narra o nascimento milagroso de Maria de pais estéreis. Era um casal justo e observante das leis judaicas. Apesar de suas idades avançadas continuavam rezando confiantes que Deus teria suscitado para eles uma descendência. Joaquim retirou-se ao deserto para rezar, onde permaneceu quarenta dias em jejum e oração. Um anjo adverte Joaquim no fim de seu jejum no deserto que sua oração fora ouvida, enquanto Ana o espera na Porta Dourada de Jerusalém. Vê-se que este relato está calcado sobre o texto da concepção de Samuel (l Sm l).

De Ana não temos nenhum dado histórico. Seu nome somente aparece no Protoevangelho apócrifo de São Tiago.  A tradição não dá notícia da morte do Joaquim e Ana. No entanto, o culto deles foi muito difundido na Igreja desde o século IV quando Justiniano levantou uma igreja em seu nome em Constantinopla. A partir do século X seu culto estendeu-se por toda a Europa. Sua festa aparece no Ocidente no Ocidente em 1522. A festa de ambos foi escolhida por Paulo VI em 1969 para ser celebrada em 26 de julho. É importante lembrar que além de serem os pais da Virgem Maria eles foram os avós de Nosso Senhor Jesus. Maria Viveu até os doze anos com os pais e depois foi morar no Templo. Pouco tempo depois Joaquim e Ana mudaram-se para Nazaré da Galileia. Joaquim com idade bastante avançada veio a falecer antes mesmo que Maria retornasse do Templo. Ana, ficando viúva, não tinha outra preocupação que não fosse sua filha. Maria então casou com José, era homem simples, honrado e estimado por todos, era conhecido como homem Justo.  Ana, por certo, acompanhou todos os momentos decisivos da História da Salvação, desde a Anunciação do Anjo, que foi em sua casa, o casamento de Maria com Jose, e facilmente podemos imaginar ela preparando os alimentos e agasalhos para a viagem de sua filha e seu gênero até Belém. Sem dúvida a influência  de Ana sobre seu sobrinho foi grande!

DETALHE – Pe. Brendan Coleman Mc Donald é redentorista e assessor da CNBB Regional NE I (Ceará) e atua na Área Pastoral do Pici. Escreve com frequência para o site da Arquidiocese de Fortaleza.

DETALHE (II) – Na Paróquia de Taquara, onde desenvolvo atividades pastorais, o Setor Tucunduba está festejando os padroeiros: São Joaquim e Sant’Ana. Amanhã será o grande dia com Missa presidida pelo Pároco Pe. Helano. O acesso à Comunidade se dá pela BR-020. Participe!

FONTE: Site da Arquidiocese de Fortaleza <http://www.arquidiocesedefortaleza.org.br/atualidades/artigos/sao-joaquim-e-santana/&gt;.

Entendendo a Palavra…

Por Dom Henrique Soares, bispo de Palmares / PE publicado na rede social Facebook.

Leituras de hoje: Gn 18, 20-32 / Sl 137,1-2a.2bc-3.6-7ab.7c.8 (R. 3a) / Cl 2, 12-14 / Lc 11, 1-13.

Basta recordar a primeira leitura e o evangelho para ver claramente que a Palavra de Deus deste domingo fala da oração. Abraão reza, intercedendo por Sodoma e Gomorra; Cristo ensina Seus discípulos a rezar. Portanto, a oração.

É impressionante não somente o fato de Jesus nos ter mandado rezar, nos ter ensinado a rezar, mas sobretudo, o fato de Ele mesmo ter rezado com muitíssima frequência: Ele entrou no mundo rezando: “Ao entrar no mundo, Ele afirmou: Tu não quiseste sacrifício e oferenda. Por isso Eu digo: Eis-Me aqui! Eu vim, ó Deus, para fazer a Tua vontade” (Hb 10,5.7) e saiu deste mundo rezando também: “Pai, em Tuas mãos entrego o Meu Espírito” (Lc 24,46). Basta, pois, recordar o início do evangelho de hoje: “Jesus estava rezando num certo lugar”. Nós sabemos que Ele passava noites inteiras em oração, que rezava antes dos grandes momentos de Sua vida…

Afinal, por que rezar? Para nos abrir para Deus, para nos fazer tomar consciência Dele com todo o nosso ser, para que percebamos com cada fibra do nosso ser, do nosso consciente e do nosso inconsciente que não nos bastamos a nós mesmos, mas somos seres chamados a viver a vida em comunhão com o Infinito, em relação com o Senhor.
Sem a oração, perderíamos nossa referência viva a Deus, cairíamos na ilusão que somos o centro da nossa vida e reduziríamos o Senhor Deus a uma simples ideia abstrata, distante e sem força. Todo aquele que não reza, seja leigo, seja religioso, seja padre, perde Deus, perde a relação viva com Ele. Pode até falar Dele, mas fala como quem fala de uma ideia, de uma teoria e não de alguém vivo e próximo, que enche a vida de alegria, ternura, paz e amor.
Sem a oração, Deus morre em nós.
Sem a oração é impossível uma experiência verdadeira e profunda de Deus e, portanto, é impossível ser cristão.
Quem não reza, ainda que afirme crer, é ateu prático. É desse modo! Sem apelação! Ponto!
Por tudo isso, a oração tem que ser diária, perseverante e fiel.

Assim, quando agradecemos, reconhecemos que tudo recebemos de Deus;
quando suplicamos, reconhecemos e aprendemos que dependemos Dele e da Sua providência;
quando intercedemos, aprendemos e experimentamos que tudo e todos estão nas mãos amorosas de Deus;
quando pedimos perdão, reconhecemos que nossa vida é vivida diante Dele e a Ele devemos prestar contas da existência que recebemos.
Portanto, a oração nos abre, nos educa, nos amadurece, nos faz viver em parceria com o Senhor.

Quanto aos modos de rezar, são variados. A melhor forma é com a Sagrada Escritura: tomando a Palavra de Deus, lendo-a com os lábios, meditando-a com o coração e procurando vivê-la na existência. Tome diariamente a bíblia, leia-a com fé, repita as palavras ou frases que tocaram seu coração e derrame sua alma diante do Senhor. Nunca esqueçamos que essa Palavra de Deus é viva e eficaz, transformando a nossa vida e dando-lhe um novo sentido.
Também é importante a oração espontânea, com nossas palavras e a oração vocal, aquela decorada, como o Pai-nosso e a Ave-Maria. Aqui, é bom recordar o terço, que tanto bem tem feito ao longo dos séculos.
Mas, a oração por excelência é a própria missa. Aí, de modo pleno, nós somos unidos à própria oração de Cristo, participando do Seu sacrifico pela salvação nossa e do mundo inteiro.

Mas, recordemos que a oração não é uma negociata com Deus nem é para dobrar Deus aos nossos caprichos. É, antes, para nos tornar disponíveis à vontade do Senhor a nosso respeito. Uma das coisas muito belas da oração é que, tendo rezado e pedido, o que acontecer depois podemos saber com certeza que é vontade de Deus! É nesse sentido que Nosso Senhor afirmou que tudo quanto pedirmos em Seu Nome, o Pai no-lo concederá.
Ora, o que é pedir em Nome de Jesus? É pedir como Jesus; “Pai, não se faça a Minha, mas a Tua vontade”.
Rezar assim é entrar no cerne da oração de Jesus. Então, tudo que nos vier, saberemos que é vontade do Pai, pois sabemos que nossa oração foi atendida; e nisto teremos paz.

Que nesta Missa, nós peçamos, humildemente, como os primeiros discípulos: “Senhor, ensina-nos a rezar”. E aqui não se trata de fórmulas, mas de atitudes.
Observemos que a oração que Jesus ensinou, o Pai-nosso, é toda ela centrada não em nós, mas no Pai: no Seu Reino, na Sua vontade, na santificação do Seu Nome. Somente depois, quando aprendermos a deixar que Deus seja tudo na nossa vida, é que experimentaremos que somos pessoas novas, transformadas pela graça do Senhor.

Cuidemos, pois de avaliar nossa vida de oração e retomar nosso caminho de busca de intimidade com o Senhor, Ele que é a fonte e a razão de ser da nossa existência. Amém.

Entendendo a Palavra…

Lectio do evangelho de hoje: Mateus 13, 10-17

Este trecho do Evangelho de Mateus encontra-se no capítulo 13, em meio às parábolas do Reino contadas por Jesus. Nele, os discípulos perguntam a Jesus o porquê das parábolas contadas ao povo. A resposta á surpreendente, revelando a intimidade e profundidade da relação oferecida por ele aos discípulos. “A vocês Deus mostra os segredos do Reino do Céu, mas, a elas, não.”

As parábolas são simbólicas. Originalmente, o símbolo era uma peça de barro usada nos contratos comerciais. Quebrava-se ao meio e cada contratante ficava com uma parte, que significava o seu compromisso em honrar o contrato. Assim, o material expressava um valor mais profundo, como a verdade e a honestidade. As realidades humanas mais profundas só podem ser expressas por meio de símbolos. Jesus usa as parábolas, histórias e imagens concretas, da realidade do povo, acessíveis aos ouvintes, para expressar o chamado. Era a maneira mais direta de tocar seu coração.

No entanto, alguns se mantinham fechadas. Tinham acesso à compreensão daquela imagem tão concreta trazida por Jesus, mas faziam-se de desentendidos para não assumir o compromisso carregado pelo símbolo. Por que alguns não entendiam? “Pois a mente deste povo está fechada: eles tamparam os ouvidos e fecharam os olhos.”

Os discípulos saíram do meio do povo. Ouviram as mesmas parábolas, tiveram contato com o mesmo símbolo oferecido por Jesus. Mas, a este contato, aderiram ao Senhor. Aconteceu com eles o contrário do restante da passagem que Jesus cita: “Sua mente não estava fechada. Seus olhos puderam ver, seus ouvidos puderam ouvir, sua mente pôde entender, eles se voltaram ao Senhor, que os curou”. E esta experiência com Jesus fez deles os “com Jesus”, os que o seguiam de perto, estavam na casa com Ele, e por isso recebiam o ensinamento – os segredos – para entrarem ainda mais fundo no conhecimento do Senhor e serem enviados por Ele aos demais, tornarem-se apóstolos que também anunciariam na realidade do povo.

Em primeiro lugar é graça; depois, adesão. Hoje, perceber que estamos aqui, diante de Jesus, conhecendo-O por Sua Palavra, e agradecer o dom desta intimidade. “Vocês, como são felizes! Pois os seus olhos veem, e os seus ouvidos ouvem” o que muitos gostariam, mas não viram nem ouviram.

Agradecendo a Ele, peçamos que nos ajude a dar o nosso “sim” a ser discípulos, seguidores e enviados.

Por Tania Pulier, comunicadora social, membro da Família Missionária Verbum Dei e da pré-CVX Cardoner.

FONTE: Lectionautas 

<http://www.lectionautas.com.br/2016/felizes-por-ver-e-ouvir-os-segredos-do-reino-mateus-13-10-17/&gt;

Estágio Pastoral – Missionário de 2016 terá lugar na Grande Messejana

Neste ano o Estágio Pastoral – Missionário dos Seminaristas da Arquidiocese de Fortaleza acontecerá de 09 a 16 de julho na Grande Messejana, zona sudeste da cidade de Fortaleza. As paróquias que acolherão os seminaristas neste ano serão: São João Paulo II (Guajeru) e Nossa Senhora da Conceição (Messejana). Em equipes de 4 a 6, os seminaristas ficarão distribuídos nas diversas comunidades das duas paróquias.

SEMANA MISSIONARIA MESSEJANA

Divulgação da Semana Missionária feita pela Paróquia de Messejana nas redes sociais. A Semana acontecerá de 09 a 16/07/16.

As atividades a serem realizadas pelos seminaristas foram programadas com as comunidades envolvidas nos dias 4 e 5 de junho na ação chamada de “Pré-Missão”. Os seminaristas nesta ocasião tiveram a oportunidade de conhecer a história e a realidade de cada localidade e a partir daí melhor estruturar a Semana Missionária. De modo geral, haverão visitas missionárias, formações, celebrações etc durante a semana.

Amanhã, dia 09 de julho, às 18h se dará início à Semana com a Santa Missa na Escola Saraiva Leão, próxima à Empresa Ypióca da Avenida Washington Soares / CE-040, e o encerramento do Estágio se dará na Igreja Matriz de Messejana (Rua Joaquim Bezerra, n. 255) dia 16 também com Missa às 18h. O tema que norteará a Semana Missionária será: “Jesus, o Rosto da Misericórdia”.

SEMANA MISSIONARIA GUAJERU

Divulgação da Semana Missionária feita pela Paróquia do Guajeru nas redes sociais.

SOBRE NÓS – Desenvolverei minhas atividades na Comunidade da Paupina (chamada Paupina de Baixo), Capela de Nossa Senhora das Graças, com os irmãos Thiago Emanuel, Roberto Guilhermino, Luís Queiroz e Junior. Uma comunidade de muita história evangelizadora. A capela está localizada na Rua Samambaia, s/n, nas adjacências da UPA de Messejana.

Corrigir: um modo corajoso de amar

Por Dom Henrique Soares, bispo de Palmares/PE (publicado no Facebook)

No capítulo XVIII do Evangelho segundo São Mateus, Jesus exorta Seus discípulos, reunidos como Igreja, a corrigirem-se mutuamente. Há lugar sim para a correção fraterna entre os cristãos. Por ser Comunidade de amor, é Comunidade de compromisso, de responsabilidade no seguimento de Cristo.
Não se pode usar o amor ou a misericórdia para acobertar o pecado, a covardia, a tibieza, a frieza para com o Senhor e os irmãos e os desmandos na Comunidade! O amor é exigente: “O amor de Cristo nos impele” (cf. 2Cor 5,14).
A infidelidade ao amor a Cristo e aos irmãos é, precisamente, o pecado, que gera a divisão, a desunião, que faz sangrar a Igreja. Por isso Jesus nos exorta à correção fraterna, desde aquela simples, feita entre irmãos, até a correção formal e mais solene, feita pelo Bispo ou até mesmo pelo Papa, como Chefe Supremo da Igreja de Cristo neste mundo: “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo; se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas; se ele não der ouvido, dize-o à Igreja”.

Muitas vezes, vê-se confundir amor e misericórdia com a covardia ou o comodismo de não corrigir. Ora, a correção é um modo de amar, é um modo de preocupar-se com o outro e com a Comunidade que é ferida pelo pecado e o mau exemplo. A correção pode salvar o irmão. Quantos escândalos nas nossas Comunidades e em nossas famílias poderiam ter sido evitados se houvera a correção no momento oportuno e do modo discreto e sincero que Jesus nos recomenda. A omissão em corrigir é covardia, é falta de amor, é pecado de omissão e desatenção pelo irmão.

Certamente, tal correção deverá ser feita sempre com amor, com discernimento, com caridade fraterna. No VI século, São Bento, na sua Regra para os monges, deu um preceito encantador: “In tribulationem subvenire” – poderíamos traduzir assim: “socorrer na tribulação”. O verbo latino usado foi “sub-venire”: vir por baixo, vir de baixo. Ou seja, socorrer sim, corrigir sim, mas com a humildade de quem vem por baixo para sustentar, amparar e ajudar, para salvar; não vem com a soberba de quem está por cima para massacrar! Corrigir, sim, mas como Deus, que em Jesus, veio por baixo, na pobreza do presépio e na humilhação da cruz! Aí a correção terá mais chance de surtir efeito!

Se em nossas comunidades de Igreja, se em nossas famílias for retomado o bom e corajoso hábito da correção fraterna e amorosa, certamente a convivência será mais sadia e seremos mais verdadeiros e felizes.

Dom José Antonio publica as Nomeações e Provisões de Junho/2016

  1. DECRETO N 004-2016 – criação da Área Pastoral São João Batista – Jacarecoara, Cascavel. 01 06 16
  2. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Antonio Ronaldo Vieira Nogueira – da Diocese de Limoeiro do Norte. 01 06 16
  3. Provisão dos membros do Conselho Econômico da Paróquia São João Batista do Tauape – Fortaleza. 01 06 16
  4. Autorização para Santa Reserva Eucarística na Capela da Comunidade Católica Mãos de Pai – Benfica, Fortaleza. 01 06 16
  5. Autorização para Santa Reserva Eucarística na Capela da Comunidade Católica Fanuel – Face Adorada – Acaracuzinho, Maracanaú 05 11 15
  6. Documento CELEBRET para Pe. Marcelo Silva Holanda para participação na JMJ – Cracóvia. 01 06 16dom José_assinatura
  7. Autorização para Santa Reserva Eucarística em Capelas da Paróquia São João Paulo II – Acaracuzinho, Maracanaú. 01 06 16
  8. Documento CELEBRET para Pe. Luiz de Gonzaga Furtado Neto em viagem. 06 06 16
  9. Provisão de Vigário Paroquial de Santo Antonio – Jd Iracema – Pe. Jair do Carmo Sales Soares, CM. 06 06 16
  10. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Fr. João Raimundo Batalha Junior, OFMConv. 06 06 16
  11. Autorização para Santa Reserva Eucarística na Capela N Sra Imaculada Conceição – Comunidade Serra do Evaristo – Paróquia Nossa Senhora da Palma em Baturité. 06 06 16
  12. Provisão de Vigário Paroquial de Nossa Senhora Mãe da Igreja – Parque Rio Branco & Presidente Kennedy, Fortaleza – Pe. Jean Nogueira Moreno. 08 06 16
  13. Autorização para Santa Reserva Eucarística no Centro de Evangelização da Comunidade Católica Shalom na Paróquia Divino Espírito Santo – Cidade 2000 – no Bairro do Cocó em Fortaleza. 15 06 16
  14. Provisão de Vigário Paroquial para a Área Pastoral São João Batista – Jacarecora, Cascavel para Pe. Francisco Francinaldo Castro Ferreira. 16 06 16
  15. Provisão de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração para Pe. Carlos Buzanelli, MSC – Aerolândia, Fortaleza. 27 06 16
  16. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Diác. Marcus Domingos Oliveira de Souza – da Dioc de Crateús 27 06 16
  17. Provisão dos membros do Conselho Econômico – Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Guanacés, Cascavel. – 27 06 16
  18. Provisão dos membros do Conselho Econômico – Paróquia Nossa Senhora de Lourdes no Bairro Ellery, Fortaleza 27 06 16
  19. Autorização para Santa Reserva Eucarística na Capela da Casa de Oração dos Sagrados Corações de Jesus e Maria – Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Montese, Fortaleza. 27 06 16

FONTE: Site da Arquidiocese de Fortaleza <http://www.arquidiocesedefortaleza.org.br/atualidades/palavra-do-pastor/nomeacoes-e-provisoes-palavra-do-pastor/nomeacoes-e-provisoes-junho-2016/&gt;

Amanhã participo do Jubileu da Misericórdia dos Seminaristas

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Ao fim da Celebração da Palavra na Comunidade NS Vencimento, paróquia de Taquara, onde desenvolvo pastoral. Arquivo Pessoal.

Amanhã, dia 02 de julho (sábado),  estarei participando com todos os irmãos seminaristas e vocacionados da Arquidiocese do momento “Jubileu da Misericórdia dos Seminaristas”, como chamou nosso Arcebispo Dom José Antonio. Na programação consta Café, Formação Espiritual, Caminhada, Santa Missa e Almoço.

Acredito eu que a motivação para a realização deste momento está na Bula de Proclamação do Ano da Misericórdia: “E sobretudo escutemos a palavra de Jesus que colocou a misericórdia como um ideal de vida e como critério de credibilidade para a nossa fé:« Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia » (Mt 5, 7) É a bemaventurança a que devemos nos inspirar, com particular empenho, neste Ano Santo.” (MV 9 – Papa Francisco)

Este dia jubilar certamente será marcado por um dia de espiritualidade e experiência pessoal da Misericórdia de Deus em nossas próprias vidas. É do encontro pessoal com o Senhor em Seu Amor Misericordioso, que nós podemos nos fazer discípulos de Cristo. Experimentando em nossa própria vida o Amor de Deus, somos irresistivelmente chamados a dar uma resposta no mesmo Amor no relacionamento com todos os irmãos, realizando no mundo todo, sem fronteiras, a Família dos filhos de Deus, como bem disse Dom José no último editorial do Boletim da Arquidiocese.

De minha parte, respondo com todo o amor ao Pai, pois esse chamado é carregado de Misericórdia Divina. “Toda vocação à vida religiosa é fruto da Misericórdia Divina” (Dom José Roberto Fortes Palau, bispo referencial da PV/SAV). E eu sei muito bem disto!

SERVIÇO

Jubileu da Misericórdia dos Seminaristas

Programação:

8:30h, Café e Espiritualidade no Convento;

11h, Caminhada para a Basílica,

12h, Santa Missa.

Depois, Almoço no Convento.